TÍTULO ORIGINAL: Labyrinth: The Novelization
AUTOR: A. C. H. Smith
GÊNERO: Fantasia
EDITORA: Darkside
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 272

SINOPSE: Tudo começou em um pequeno labirinto real na cabeça de James Maury, mais conhecido pelo nome de Jim Henson. O cartunista, músico, roteirista, designer e diretor sabia acessar como ninguém o coração das pessoas e o seu maior dom foi dar vida a seres inanimados. A nova geração pode não lembrar do seu nome, mas com certeza tem seus personagens gravados na memória: Os Muppets, Vila Sésamo, Muppet Babies e até a inesquecível Família Dinossauro. Além deste, Henson também criou fábulas como Labirinto, em parceria com George Lucas, filme que encantou toda uma geração quando foi lançado, há 30 anos, com David Bowie como Jareth, o Rei dos Duendes, e também responsável pela trilha sonora, e uma jovem Jennifer Connelly no papel de Sarah, a protagonista que deseja que os duendes levem Toby, seu meio irmão e - para seu espanto - é atendida. Arrependida, ela é desafiada pelo Rei dos Duendes a atravessar o sombrio Labirinto, repleto de perigos e seres mágicos. 



Olá pessoal!

Essa leitura foi realizada para cumprir o desafio do mês de março do Clube do Livro 2017 cujo tema é um livro com ilustrações + livro lido em um dia. Infelizmente eu acabei furando o livro lido em um dia pois não tive condições com essa minha vida corrida.

Labirinto é a adaptação do filme de mesmo nome, criado por Jim Henson (mesmo criador de Muppets, Vila Sésamo e Família Dinossauro) que conta a história de Sarah, uma adolescente que se sente excluída pelo pai e pela madrasta, que dão toda sua atenção ao seu meio irmão, Toby, ainda bebê. Como sua mãe é atriz e Sarah quer seguir os mesmos passos, ela ensaia várias passagens de um livro chamado O Labirinto, que conta uma história de duendes.

Ao voltar de um dos seus ensaios, Sarah é recepcioanda em casa muito mal por sua madrasta, pois ela a estava esperando para ficar de babá de Toby, enquanto ela e seu pai sairiam para uma apresentação. Sarah se revolta e, ao ficar a sós com o irmão e ele não para de chorar, ela deseja que o Rei dos Duendes o leve, dizendo as palavras contidas no livro que está lendo, testando se elas tinham poder.

Só que ela não contava que as palavras REALMENTE tinham poder...




Bom, eu não tenho vergonha de admitir que sou uma ignorante literária e cinematográfica. Digo isso porque, acreditem, eu não havia assistido ao filme Labirinto. Vou contar um segredo para vocês: meus pais não eram (e não são até hoje) pessoas muito fãs de cinema e por isso não me incentivaram quando criança e então não assisti muitos filmes na minha infância e este, como muitos outros clássicos, acabaram passando direto. Comecei a me interessar por filmes já bem mais velha e, agora lendo muitos livros, virei viciada rsrsrsrs Antes tarde do que nunca!!! 

Quando a Darkside lançou esse livro fiquei logo apaixonada por ele pois é muito bonito e fiquei também bem curiosa pois ele era o inverso: era baseado em um filme. Daí, como precisava ler para o Clube do Livro 2017, nesse mês de março, um livro que contivesse ilustrações, ele foi o escolhido.

Então decidi fazer o seguinte: assistir ao filme antes de ler, só para ver se a adaptação foi bem feita!!!! Só que aí é que o bicho pegou...




O filme é demais, tem uma trilha sonora fantástica, meu filho assistiu comigo e amou, só que eu comecei a ler logo em seguida. E como o filme estava fresquinho na minha cabeça, foi como assistir o filme duas vezes. E foi cansativo, arrastado, tipo, "putz, vou ver tudo isso de novo???" Porém, isso não tirou todo o encantamento da adaptação, que foi maravilhosa! Foi tanto que me deu essa impressão de estar assistindo o filme de novo. O autor descreveu cada detalhe, entretanto gerando uma sensação diferente em mim com relação ao filme. No livro temos algumas passagens mais bem explicadas.

Eu recomendo a leitura dele sim, principalmente para os amantes do filme. É uma leitura rápida e, nas 80 últimas páginas do livro, você ainda pode ver os esboços do criador, tanto dos desenhos dos duendes quanto da história. Bem bacana...

Abaixo, o trailer do filme:




Beijos e até a próxima!!!

Abaixo o banner dos blogs que estão participando do projeto para vocês acompanharem todas as postagens!


Olá pessoal, como estão? Eu vi essa TAG no blog Garota do 330, achei o máximo e resolvi fazer. A ideia é encontrar livros que iniciem com as letras do seu nome.





Revival - Stephen King - O primeiro livro que li do mestre, ótima experiência (resenha aqui)

Eu Sou o Peregrino - Terry Hayes - Minha leitura atual. Estou amando, tem muito suspense e mistério.

Não Fale com Estranhos - Harlan Coben - Último que li do autor. Maravilhoso! Tem mais dele na estante... (resenha aqui)

Amigas para Sempre - Kristin Hannah - Ai como eu chorei com essa história! Kristin sempre me arrancando lágrimas! (resenha aqui)

Três, Os - Sarah Lotz - Bom suspense. Li já faz um tempo e tenho outro livro da autora na fila, O Quarto Dia (resenha aqui)

Armadilhas da Mente - Augusto Cury - Psicologia pura, como todos os livros do autor. (resenha aqui)


Espero que tenham gostado da TAG! Beijos e até a próxima!

Categorias:



Olá pessoal! Venho trazer mais uma postagem referente ao projeto Escrevendo Sem Medo, criado pela Thamiris do blog Historiar, que consiste em, todo mês, escrevermos um texto de acordo com temas pré estabelecidos (vejam o texto do #Projeto Escrevendo Sem Medo - fevereiro).

O tema de março é Um pássaro engaiolado ganhando a liberdade, onde podemos comparar nossas sensações com a de um pássaro.

Será que dá pra comparar? Já me senti presa a sentimentos, a fantasmas da minha cabeça, a paranoias inventadas. Um pássaro passa por isso? Acho que não...

Por um tempo, fiquei  presa ao passado, à recordações de fatos e sensações que um dia me fizeram felizes pois me vi frente a uma oportunidade de revivê-las. No início foi aquele deleite, recordar momentos felizes é muito bom. Digo que fiquei presa pois aquela vontade de reviver era constante e hora ou outra estava na minha cabeça.

O tempo foi passando, conversas rolaram, e quantos sentimentos bons vieram à tona! Aquilo estava realmente me fazendo feliz, me tirou da rotina e não estava sendo nada mal ter esses momentos revividos.

Mas... como já havia acontecido lá atrás, as coisas começaram a não correr tão bem assim. Comecei a perceber que não era tão especial assim para o outro lado da história. O que degringolou no passado, não deu certo no presente também. E então começaram a vir aquelas sensações de desprezo e tristeza novamente... tudo igual... e como eu ainda estava presa e com a esperança de que ainda continuasse a ser bom, insisti... Só que acabou, as sensações boas desapareceram e deram lugar à mágoa e ressentimento.

Sendo assim, o melhor a se fazer foi afastar de vez aquela vontade de reviver o passado e, olha, como foi libertador! Tomar consciência de que o passado passou me libertou desse sentimento ruim que comecei a sentir e que insistia em ficar, mesmo eu não querendo.

Bem, espero que tenham gostado do texto e que, de algum modo, inspirem vocês a participarem do projeto. Para mim o desafio continua e estou adorando!

Beijos e até a próxima!!

TÍTULO ORIGINAL: Siemiéinoie schástie
AUTOR: Lev Tolstói
GÊNERO: Romance
EDITORA: 34
ANO DE LANÇAMENTO: essa edição que li é de 2010 mas o romance foi escrito em 1859
NÚMERO DE PÁGINAS: 128

SINOPSE: Publicada em 1859, quando o escritor tinha pouco mais de 30 anos, "Felicidade Conjugal" é talvez a primeira obra prima de Lev Tolstói e prenuncia um tema que terá importância na vida do autor russo - o tema do desejo, neste caso aprendido do ponto de vista feminino.





Olá pessoal! Essa foi a minha primeira experiência com Tolstói. Preferi começar com uma obra de menor tamanho para ver qual seria o nível de dificuldade e cheguei a conclusão de que a compreensão não foi difícil. A escrita do autor é tranquila, de uma grande sensibilidade. O problema foi tentar pronunciar os nomes russos...rs

O livro conta a história de Mária, uma menina de 17 anos que, após acabar de perder a mãe, se sentiu perdida e triste. Então, se apaixona por Sierguiéi Mikháilitch, melhor amigo de seu pai, tutor de suas filhas e administrador dos negócios. Uma paixão arrebatadora, típica de jovens da idade de Mária porém, Sierguiéi, já com 36 anos, é mais cauteloso e teme um compromisso mais sério com ela, apesar de também muito apaixonado.




Eles acabam enfim se casando e, durante os anos juntos, notamos o amadurecimento dos sentimentos de Mária, a diferença grande de idade traz suas consequencias, pois ela quer aproveitar a vida, ir a bailes e desfrutar das futilidades da sociedade, o que não é bem visto por seu marido. Nota-se a submissão dos sentimentos de Mária e muita culpa, apesar de Sierguiéi fazer as vontades da esposa. O tempo todo o autor foca na necessidade de a mulher ser humilde, boa e moralmente correta.

Achei uma leitura sensível pois Tolstói tem uma habilidade incrível para descrever cenários e tempos mas não foi uma estréia que me fez querer ler outro livro do autor. Não gostei do final... Sei que são épocas diferentes mas Deus me livre de um relacionamento assim!!!!

Quem já leu, pode comentar aqui! Eu terei que fazer uma nova tentativa com o autor...

Beijos e até a próxima!!!



Olá pessoal!! Vamos falar de cinema? Já faz umas semanas que assisti mas decidi fazer um post sobre Cinquenta Tons Mais Escuros pois sou fã da trilogia. Não tenho pretensão de fazer uma resenha sobre o filme, apenas passar um pouco do que achei da sequência de Cinquenta Tons de Cinza.

Em Cinquenta Tons Mais Escuros deparamos com uma Anastasia (Dakota Johnson) mais madura e decidida (a não ser submissa de Grey) e um Christian (Jamie Dornan) mais apaixonado e menos dominador (nem tanto assim). Os dois tentam um relacionamento mais "baunilha", na medida do possível possuindo um par como Christian Grey.

Nesse filme, Christian tem de lidar com o chefe que dá em cima de Anastasia, com uma ex-submissa louca que acaba aparecendo e indo atrás dela e com o ciúme de Elena, com quem ele teve seu primeiro relacionamento. As cenas quentes foram bem mais caprichadas que as do primeiro filme.

Como eu li o livro já tem 3 anos, não lembrava muito dos detalhes e achei que o filme seguiu bem a história. Para mim, o segundo filme é melhor que primeiro, porém sem nenhum detalhe que destacasse além da trilha sonora maravilhosa.

Cena marcante: a do elevador! rsrsrs


Segue o trailer do filme:


Beijos e até a próxima!

TÍTULO ORIGINAL: The Drowning Girl
AUTOR: Caitlin R. Kiernan
GÊNERO: Ficção
EDITORA: Darkside
ANO DE LANÇAMENTO: 2014
NÚMERO DE PÁGINAS: 320

SINOPSE: Com uma narrativa intrigante, não linear e uma prosa magnífica, Caitlin vai moldando a sua obsessiva personagem. Imp é uma narradora não confiável e que testa o leitor durante toda a viagem, interrompe a si mesma, insere contos que escreveu, pedaços de poesia, descrições de quadros e referências a artistas reais e imaginários durante a narrativa. Ao fazer isso, a autora consegue criar algo inteiramente novo dentro do mundo do horror, da fantasia e do thriller psicológico.


Olá pessoal! Que livro difícil! Um dos mais difíceis que li até hoje. Como é complicado você entrar na cabeça de uma esquizofrênica, porque, cá entre nós, Imp não diz coisa com coisa...




India Morgan Phelps, mais conhecida como Imp, é esquizofrênica, filha e neta de esquizofrênicas que se suicidaram, e se denominava herdeira da "maldição da família Phelps". Decidiu escrever sua história de fantasmas, como assim chamava, que giraria em torno de uma obra que conheceu no museu da Escola de Design Rhode Island, quando tinha 11 anos. O livro inicia assim:

"Vou escrever uma história de fantasmas agora", ela datilografou. 
Uma história de fantasmas com uma sereia e um lobo", datilografou mais uma vez.
Eu também datilografei." (página 13)

Por aí você já sente a insanidade da história, que nada mais é do que Imp tentando entender o que aconteceu com ela, sua namorada e Eva Canning. E ela faz isso por meio de uma narrativa não linear, bem complicada para o meu entendimento. Tive que reler alguns trechos duas vezes para entender (?). Imp viaja pelas impressões de várias obras de arte, sendo as principais (e pelas quais ela tem obsessão) A Menina Submersa e Fecunda Ratis, das quais ela nos mostra uma visão muito profunda.

A memória de Imp prega peças e ela quase nunca tem certeza se os fatos que ela relata realmente aconteceram e ela sempre avisa o leitor de que aquilo pode ter acontecido, ou não.

"Quer dizer, se é que essa conversa realmente aconteceu. Quase parece que sim, quase, mas um monte de lembranças minhas são falsas, por isso nunca posso ter certeza, de um jeito ou de outro." (página 23)




Uma parte do livro que me impressionou bastante foi quando Imp decidiu para de tomar seus remédios, e a esquizofrenia atingiu o pico máximo de sua paranóia. Nossa, foi bem perturbador... uma hora Imp está na sua casa, em seu quarto e de repente a cena muda para a praia, sem explicação plausível.

Bem complicado escrever sobre esse livro pois ainda estou meio que sem saber o que pensar a respeito dele. Se eu recomendo? Não sei... rsrsrs Se você gosta de histórias desafiadoras que penetram na mente humana, acho que deve ler.

Se você já leu esse livro, deixe nos comentários a sua opinião sobre ele.

Beijos e até a próxima!





Oi pessoal! Eu vi essa TAG no blog Eventual Obra de Ficção e achei tão lindinha que resolvi responder. Passem lá pra conhecer!




Alice: um livro que te fez cair num mundo completamente diferente









A série Deuses do Egito: onde mergulhamos no mundo da mitologia egípcia, misturado com muita aventura e amor.




Chapeleiro Maluco: um livro com um protagonista louco








Misery: Annie Wilkes é doida, doida, doida...




Coelho Branco: um livro que atrasou suas leituras 








It, A Coisa: ele é muito grande e demorei 27 dias para ler. Mas foi um bom atraso pois essa leitura valeu muito!!!




Gato Risonho: um livro que te fez rir muito 









Toda a série da Bridget Jones: insuperável nas risadas!





Lagarta Azul: um livro que fez você refletir










Ainda Estou Aqui: além de trazer reflexão, me fez sair de minha zona de conforto.




Tweedledee e Tweedledum: dois livros que são parecidos










A Cabana e A Travessia: são histórias completamente diferentes mas semelhantes de suas temáticas.




Rainha de Copas: um livro cujo autor adora matar personagens 










It, a Coisa e Cujo: King é especialista nisso...


Bem, espero que tenham gostado!

Beijos e até a próxima!

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TÍTULO ORIGINAL: The Next Together
AUTORA: Lauren James
GÊNERO: Distopia
EDITORA: Harper Collins
ANO DE LANÇAMENTO: 2016
NÚMERO DE PÁGINAS: 288

SINOPSE: Katherine e Matthew não são um casal comum. Por trás do amor dos dois estão muitas e muitas vidas, repetidas século após século. A cada vez que renascem, a presença deles muda a história para melhor, e embora a paixão entre os dois seja sempre avassaladora, a tragédia também os segue, não importa a época.
Em linhas temporais, que vão do século XVIII a um futuro próximo, não tão diferente do nosso presente, Katherina e Matthew sempre se veem sacrificando suas vidas para salvar o mundo. Mas porque eles continuam voltando? Em uma jornada contra o tempo e o destino, eles precisam desvendar os mistérios que envolvem seu amor antes que seja tarde demais. O que mais fazer para conseguir viver e amar em paz?


Lido em 2 dias, Em Nossa Próxima Vida é um livro diferenciado, que me prendeu até o posfácio. O que me atraiu nele foi o título, pois como quem acompanha o blog já sabe, eu amo histórias de amor em várias vidas, mas fui surpreendida por uma bela distopia!

A história é contada em quatro épocas diferentes, 1745, 1854, 2019 e 2039. Katherine e Matthew se encontram em todas essas épocas, se apaixonam perdidamente mas... sempre são separados por algum acontecimento (calma, isso não é spoiler pois está na sinopse do livro). A princípio não é mostrada a ligação entre as quatro vidas desse casal, o que vai se revelando durante o passar dos tempos e se descobre nas últimas páginas.

A forma como as histórias são contadas também é muito interessante: as passadas nos anos de 1745 e 1854 são escritas em fontes tipo times new roman (diferentes para cada época). A passada em 2039 é escrita com uma letra mais futurística (não consegui identificar o tipo) e a de 2019 é contada por meio de bilhetes escritos pelo casal, e-mails, posts de redes sociais e mensagens trocadas entre eles. Também são usadas reproduções de sites de notícias, o que deu um toque todo especial ao livro.

O que me intrigou bastante é que, a cada final de capítulo e/ou época, aparece um tipo de relatório de computador, como se alguém comandasse as vidas de Kate e Matt. Só Deus sabe quem está por trás desses retornos e reencontros dos dois.




Apesar de ter gostado bastante do livro, o final deixou a desejar. Achei um pouco estranho... será que é porque terá uma continuação??? Andei pesquisando e parece que já tem um segundo livro lançado lá fora. Ai meu pai, será que vai demorar pra chegar aqui??? Para conhecer um pouco mais da autora e da continuação dessa história, veja uma entrevista no blog Magia Literária.

Dentre fatos históricos reais até uma Terceira Guerra Mundial ocorrida em 2019, abordando a atemporalidade do amor, Em Nossa Próxima Vida é uma leitura pra lá de interessante, que vale a pena ser desfrutada.

Beijos e até a próxima!!!

Olá pessoal, como vocês estão? Aproveitando o Carnaval?Como é costume aqui no blog, todo final de mês faço uma postagem a respeito dos novos livros que adquiri naquele período. Em fevereiro, foram apenas 3, ofertas básicas, que enriqueceram minha estante. Aqui estão eles:


Em Nossa Próxima Vida - Lauren James
(logo, logo, resenha...)

Bom Dia, Veronica - Andrea Killmore


Frankenstein, ou o Prometeu Moderno - Mary Shelley











São livros que eu desejava muito e espero em breve fazer as resenhas deles por aqui.

O que você s acharam? Já leram algum deles? Comentem aqui!

Beijos e até a próxima!!