Duas postagens no mesmo dia... Não era para ser assim mas como não consegui não postar ao terminar Os Três... vamos lá para o post de fechamento de 2015: quantos livros li durante este ano?

Até agora eu não sabia o total. Só contabilizei para escrever aqui, verificando os registros que faço no Skoob. Por falar nisso, você tem Skoob? Me adiciona lá!

Então vamos à lista:

1. Cinquenta Tons de Liberdade - E. L. James
2. Extraordinário - R. J. Palacio
3. O Casamento - Nicholas Sparks
4. A Escolhida - Lois Lowry
5. O Inferno de Gabriel - Sylvain Reynard
6. O Julgamento de Gabriel - Sylvain Reynard
7. A Redenção de Gabriel - Sylvain Reynard
8. Não Conte a Ninguém - Harlan Coben
9. Bridget Jones Louca pelo Garoto - Helen Fielding
10. Enquanto eu te Esquecia - Jennie Shortridge
11. Peter Pan tem que Morrer - John Verdon
12. Ligeiramente Casados - Mary Balogh
13. Ligeiramente Maliciosos - Mary Balogh
14. Ligeiramente Escandalosos - Mary Balogh
15. As Espiãs do Dia D - Ken Follett
16. O Lado Feio do Amor - Colleen Hoover
17. O Manuscrito - Chris Pavone
18. Para Todos os Garotos que já Amei - Jenny Han
19. A Garota no Trem - Paula Hawkins
20. A Cabana - William P. Young
21. Grey - E. L. James
22. A Travessia - William P. Young
23. Cilada - Harlan Coben
24. A Sorte do Agora - Matthew Quick
25. As Vantagens de Ser Invisível - Stephen Chbosky
26. Os Três - Sarah Lotz
27. O Rouxinol - Kristin Hannah (em leitura...)

Acho que foi um ano bem aproveitado.... E você, quantos livros leu em 2015?

FELIZ 2016 a todos!!

Inquietante. Impossível parar de ler. A autora te prende à história do início ao fim. Tão bom que acabei de ler agora (são exatamente meia-noite) e não consegui esperar até amanhã para fazer o post sobre ele. Eis a sinopse:

Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo. Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação. A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular: Eles estão aqui. O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas... Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele... Essa mensagem irá mudar completamente o mundo.


Os Três é uma história escrita de uma maneira diferente, como se fosse um livro dentro do livro, em que a autora relata os fatos por meio de transcrição de entrevistas, conversas por Skype, e-mails. Apesar da grande quantidade de personagens, é difícil se perder nos fatos.

Quatro acidentes aéreos acontecem no mesmo dia e, em um deles, Pamela May Donald, antes de morrer deixa uma mensagem em seu celular:

"Eles estão aqui. O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas... Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele..."

Desses acidentes, sobrevivem somente três crianças.

A partir daí, surgem diversas teorias religiosas acerca do acidente, da mensagem de Pamela e da mudança de comportamento dos sobreviventes. Segundo as teorias religiosas, o apocalipse estaria começando.

O livro é realmente de tirar o fôlego, mostrando a convivência dos familiares com as crianças sobreviventes e a pressão psicológica vivida por eles. A explicação fica somente para o final, mas pode ser interpretada de várias maneiras, ou seja, o final fica meio em aberto.


Enfim, leitura recomendadíssima!!!! Muito, muito bom para que gosta de um belo suspense (com umas pitadas de terror)!



E aí gente, beleza? Hoje vou falar de uma trilogia que me surpreendeu pelo fato de eu achar que seria "mais do mesmo" de 50 Tons de Cinza, mas não é (não vou postar aqui no blog nada sobre os 50 Tons pois todo mundo deve estar cansado de ler ou ouvir falar sobre os livros e o filme, além do fracasso - eu achei - do livro Grey).

Vou comentar logo sobre os três, pra não ficar massante. A história é sobre Gabriel Emerson, professor especialista em Dante Alighieri, e Julia Mitchell, uma estudante doce e inocente. Eles se conheceram quando eram bem jovens, quando ele a apresenta à história de amor entre Dante e Beatriz. Ela se encanta, se envolve, mas ele a deixa sozinha no pomar e desaparece. Julia segue sua vida porém nunca se esqueceu de Gabriel.

Ele viveu um relacionamento problemático e tinha uma vida de prazer sem limites, com muitas mulheres. Era um professor universitário rígido e arrogante.

Após um tempo, Julia é aprovada no mestrado e reencontra Gabriel como seu professor, e daí começa o que ela não imaginava vir. Gabriel não a reconheceu e a maltratou muito até que se aproximaram e os sentimentos de Gabriel vieram a tona. Só que na Universidade o relacionamento aluno/professor era proibido e daí as confusões começaram. Mesmo tentando esconder, eles são descobertos e julgados por membros da Universidade.

No segundo livro, começa o julgamento de Gabriel propriamente dito, não só pela Universidade, mas por Julia e por ele mesmo, quando o passado dos dois volta para atormentá-los mas eles se unem ainda mais para enfrentar os problemas que surgirão.

No terceiro livro, A Redenção, eles se casam. Ele está dando aulas em outra Universidade e ela faz doutorado. O dilema é que Gabriel quer muito ter um filho mas Julia não quer antes de terminar o doutorado pois acha que não daria conta de tamanha responsabilidade ainda estudando.

O que me lembro (pois já faz tempo que li) é que suspirei por Gabriel ao terminar a trilogia... risos... O livro tem uma pitada erótica, que aumenta no terceiro volume, até porque eles já estão casados. É uma história romântica e envolvente.

Leituras terminadas em 25/12/15. Li esses dois títulos concomitantemente (é, eu faço isso às vezes, o que não é nada demais para leitores fervorosos, mas pra mim é demais sim...) e, por coincidência ou não (pois eu os escolhi aleatoriamente), eles eram idênticos no modo de narrar a história: por meio de cartas escritas, cada uma sendo um capítulo do livro. Em um, as cartas eram direcionadas à Richard Gere (uau!) e no outro, a um amigo íntimo anônimo. Eis os títulos:




A SORTE DO AGORA - Matthew Quick - Sinopse: Bartholomew Neil passou todos os seus quase 40 anos morando com a mãe. Depois que ela fica doente e morre, ele não faz ideia de como viver sozinho. Wendy, sua conselheira de luto, diz que Bartholomew precisa abandonar o ninho e fazer amigos. Mas como um homem que ficou a vida toda ao lado da mãe pode aprender a voar sozinho? Bartholomew então descobre uma carta de Richard Gere na gaveta de calcinhas da mãe e acredita ter encontrado uma pista de por quê, afinal, em seus últimos dias a mãe o chamava de Richard... Só pode haver alguma conexão cósmica! Convencido de que Richard Gere vai ajudá-lo, Bartholomew começa essa nova vida sozinho escrevendo uma série de cartas altamente íntimas para o ator. De Jung a Dalai Lama, de filosofia a fé, de abdução alienígena a telepatia com gatos, tudo é explorado nessas cartas que não só expõem a alma de Bartholomew, como, acima de tudo, revelam sua tentativa dolorosamente sincera de se integrar à sociedade. Original, arrebatador e espirituoso, A sorte do agora é escrito com a mesma inteligência e sensibilidade de O lado bom da vida. Uma história inspiradora que fará o leitor refletir sobre o poder da bondade e do amor.

(não li O Lado Bom da Vida)


Encantador. Esta é a palavra com a qual defino este livro. No início, confesso que achei chato, quis desistir, mas segui em frente e não me arrependi.

Bartolomew Neil fica sozinho no mundo quando perde sua mãe, que foi fã incondicional de Richard Gere e, desde que encontra uma carta dele na gaveta de calcinhas dela, decide se corresponder com ele, exprimindo suas agonias pós morte materna.

Bartolomew não possuía emprego fixo, cuidava somente da mãe doente, ia à missa ou à biblioteca, de onde ele admirava quem ele chamava de "Meninatecária", a quem queria muito conhecer, mas não tinha coragem de se aproximar.


O falecimento de sua mãe o aproximou também do padre da paróquia que frequentava com ela. O fato o fez iniciar uma terapia, onde conhece Max (a diversão do livro rsrsrs), que está passando também por uma perda, e que mais tarde vai lhe proporcionar atingir seu objetivo de vida (que só vai saber quem ler o livro).

Posso dizer que adivinhei o mistério da história antes do final (não vou falar sobre ele aqui para não dar spoiler).

Frase mais bacana do livro: Sempre que algo de ruim acontece com a gente, uma coisa boa acontece. Normalmente com outra pessoa. Essa é A Sorte do Agora. Precisamos acreditar.

Enfim, recomendo a leitura, apesar de não ser um livro extraordinário, apenas fofo.



AS VANTAGENS DE SER INVISÍVEL - Stephen Chbosky - Sinopse: Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se é real ou imaginário.

O livro conta a história de Charlie, um adolescente que se sente solitário e que divide suas experiência com um amigo imaginário (?), a quem escreve cartas. É um garoto muito inteligente, doce e inocente e que teve que encarar o suicídio de seu melhor amigo, a morte de sua tia querida e seu primeiro amor não correspondido. 

Sua vida é monótona até que conhece Patrick e Sam, e a partir daí começa a viver experiências incríveis e, como ele diz, passa a se sentir infinito. Também há Bill, um de seus professores, que o faz se sentir uma pessoa especial. Com a leitura, é possível se envolver demais com Charlie, já que as cartas acabam sendo endereçadas a nós, o amigo receptor.

Gostei bastante da época em que se passa a história (início dos anos 90) pois são citados vários fatos e objetos marcantes daquela época, que foi quando eu vivi minha adolescência.

No desenrolar da história, fica claro que Charlie tem problemas e no final é mostrado um fato acontecido com ele que desencadeou seu comportamento atual.

É uma leitura bem light, mas também não foi das melhores. Deve ser porque a achei confusa, sei lá.


 Uma leitura bem mais recente, "A Cabana" de Willian P. Young. Li em 4 dias (o que pra mim é rapidíssimo, visto que trabalho o dia todo, cuido da casa, do filho, do marido....). Foi daqueles livros que, no início, achei um pouco massante e viajante mas, com o passar da história, ela foi me prendendo e eu queria saber logo o seu fechamento.

SINOPSE: A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em famí­lia e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar aquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, "A Cabana" invoca a pergunta: "Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?" As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.

Me emocionei muito, chorei mesmo, até quando estava lendo em lugares públicos. Difícil segurar.

No prefácio, o autor escreve: "Se você odiar esta história, desculpe, ela não foi escrita para você." Quando terminei o livro, percebi que a história foi feita para mim sim, porque eu fiquei completamente extasiada, uns minutos refletindo sobre seu fechamento. 

Mackenzie é um homem religioso mas tem aquela velha questão em mente: "se Deus é bom, porque Ele permite tanto sofrimento?" Ele não se conforma com o desaparecimento da filha mais nova, Missy. Um dia ele recebe um estranho bilhete anônimo, e decide ir ao encontro de seu autor, para ver o que estava reservado para ele e descobre que quem o está esperando é Deus. No desenrolar da história, Ele passa vários ensinamentos a Mack, que o vão transformando à medida que são passados. A história aborda o tema "Deus", mas eu não o enxerguei como religioso, e sim como espiritualista pois nela "Ele" não defende nenhuma bandeira religiosa.

Li vários comentários de pessoas que abandonaram a leitura. Não foi o meu caso. Fica a dica de uma obra de ficção (total) mas com uma abrangência linda sobre o amor.

Logo em seguida, li o outro livro do autor, "A Travessia", na mesma linha de "A Cabana", mas que não me surpreendeu tanto, talvez por até já ter acostumado com seu estilo "viajante".


SINOPSE: Um derrame cerebral deixa Anthony Spencer, um multimilionário egocêntrico, em coma. Quando “acorda”, ele se vê em um mundo surreal habitado por um estranho, que descobre ser Jesus, e por uma idosa que é o Espírito Santo. À sua frente se descortina uma paisagem que lhe revela toda a mágoa e a tristeza de sua vida terrena. Jamais poderia ter imaginado tamanho horror. Debatendo-se contra um sofrimento emocional insuportável, ele implora por uma segunda chance.


Sua prece é ouvida e ele é enviado de volta à Terra, onde viverá uma experiência de profunda comunhão com uma série de pessoas e terá a oportunidade de reexaminar a própria vida. Nessa jornada, precisará “enxergar” através dos olhos dos outros e conhecer suas visões de mundo, suas esperanças, seus medos e seus desafios.


Na busca de redenção, Tony deverá usar um poder que lhe foi concedido: o de curar uma pessoa. Será que ele terá coragem de fazer a escolha certa?

Tony era um homem egocêntrico e materialista. Um derrame cerebral o deixa em coma e nesse estágio ele conhece pessoas que dizem ser Jesus e o Espirito Santo. Em toda a jornada, eles passam ensinamentos que o fazem rever seus conceitos de vida.

Também não o considero um livro religioso, mas sim que passa uma mensagem de amor ao próximo.

É uma excelente leitura, que passa mensagens de vida, em alguns momentos, até com certo humor.


Hoje vou falar de outro livro que marcou bastante, Extraordinário, de R. J. Palacio, que li no início desse ano. Foi uma leitura rápida, pois, além de não ser uma história longa, eu estava de férias.

SINOPSE: August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

O livro é incrível, conta a história de Auggie, um garoto de 10 anos, que possui uma deformação no rosto devido à uma síndrome genética. Por causa das várias cirurgias a que teve que se submeter, nunca tinha frequentado a escola. Quando ingressa, começa o desenrolar da história, que é contada pela perspectiva de Auggie, seus familiares e amigos.

É uma história leve, emocionante e me tocou de verdade pois, apesar de ser diferente, Auggie consegue mostrar que é um garoto igual a todos os outros de sua idade e conquistar o respeito dos colegas. Na minha visão, ele consegue se mostrar ainda mais evoluído, pois trata sua deficiências durante a narrativa com certo humor.

Leitura recomendadíssima, para pensar no modo como enxergamos a vida!!!!


Hoje, 21/12/15, decidi começar a escrever sobre minhas leituras. Sempre gostei de ler mas, após o nascimento do meu filho, que hoje está com 6 anos, deixei este hábito de lado.
Há aproximadamente 1 ano retornei ao mundo dos livros. Uma vontade enorme tomou conta de mim quando comecei a observar com quanta paixão duas amigas minhas liam vários livros, um em seguida do outro, postando suas opiniões no Facebook, deixando transparecer toda emoção, decepção ou alegrias quando chegavam ao seu final (estou pensando em convidá-las a serem colaboradoras deste blog).
Não esperem resenhas elaboradas pois sou engenheira e meu forte não é a escrita, mas vou me esforçar ao máximo para não escrever besteiras...risos...
O livro que iniciou esse meu "retorno" à vida literária foi O RESGATE, de Nicolas Sparks. Confesso que nunca tinha lido nenhum título do autor e quis começar com ele porque era o novo lançamento de Sparks naquela ocasião e a mulherada delirava, e chorava, e se esperneava com os livros dele (isso mesmo, fui maria-vai-com-as-outras). Vamos à sinopse:

“Confrontado com situações de extremo perigo, Taylor McAden, bombeiro voluntário, expõe-se até ao limiar do perigo. Denise é uma jovem mãe solteira, cujo filho de cinco anos sofre de um inexplicável atraso de desenvolvimento e a quem ela devota a sua vida numa tentativa de o ajudar. Mas o caso vai aproximar estes seres. Numa noite de tremendo temporal, Denise sofre um acidente de automóvel e é Taylor quem vem socorrê-la. Embora muito ferida, a jovem depressa toma consciência de que o filho já não se encontra na sua cadeirinha do banco traseiro. Taylor irá até ao fim de uma angustiante noite de buscas para o encontrar. Foram tecidas as primeiras malhas que os irão unir – o pequeno Kyle desabrocha ao calor da ternura daquele homem. Denise abandona-se à alegria de um amor nascente. Mas Taylor tem em si cicatrizes antigas, que o não deixam manter compromissos de longa duração. Nicholas Sparks, esse talentoso contador de histórias, intervém com a sua magia redentora e a sua inigualável capacidade de aprofundar a complexidade das relações e dos afetos.”

Não vou conseguir escrever com muitos detalhes sobre o livro pois já faz mais de 1 ano que li, mas lembro de algumas impressões que ele me deixou.

O amor incondicional de Denise pelo seu filho, Kyle, que apresenta uma deficiência de linguagem e não consegue se comunicar com as pessoas. Ela é totalmente dedicada ao filho, e é a responsável por seu desenvolvimento nesse sentido. Mudou sua vida por causa dele pois, por ser pequeno (Kyle tem 4 anos) precisa de muitos cuidados e se sente frustrada com essa situação pois abriu mão de sua vida e voltou a morar em sua cidade natal.

A dedicação de Taylor, que é um bombeiro voluntário, possui alguns dramas em sua vida, e se desdobra quando o assunto é a segurança das pessoas.

Por causa de um acidente de carro, as vidas dos dois personagens se cruzam e Denise aposta todas as suas fichas em Taylor para encontrar seu filho, que desapareceu.

Lembro que há bastante tensão, suspense e emoção ao desenrolar da história. E foi um ótimo reinício ao mundo dos livros.

Bem, o início do blog será uma tentativa de fazer postagens com o que lembro dos livros. No momento estou lendo "A Sorte do Agora", de Matthew Quick (autor de "O Lado Bom da Vida" que eu não li) e "As Vantagens de Ser Invisível", de Stephen Chbosky que, quando terminar, farei postagens "no calor das emoções do término de um livro", o que acredito que ficará mais interessante...